ShowDay Windows Server 2008 r2

16, novembro, 2010

Olá pessoal,

Seguindo nossa meta de divulgação do novo Servidor Microsoft, iremos fazer nas instalações da Green no próxim dia 27 de Novembro um Show Day sobre instalação e configurações básicas do Windows 2008 r2 com o Windows 7.

Durante um dia inteiro, iremos instalar o Servidor, efetuar as configurações básicas de TCP/IP, DNS, confgurações básicas de GPO, etc. O objetivo é tentar tirar as dúvidas básicas sobre o dia a dia de uma administração de Servidores Microsoft.

Para os interessados, segue o link com mais detalhes sobre o evento:

Nos encontramos lá!

 

 

Estudioso afirma que “nuvem será mais importante que Internet”

21, outubro, 2010

Segundo Mike Nelson, a percepção do futuro da Web ainda é turva e a cloud ganharia relevância a partir disso.

Por IDG News Service / Boston

13 de julho de 2010 - 15h40

 “A computação na nuvem está prestes a bater a internet em importância”. A afirmação parte do docente da Georgetown University, Mike Nelson e foi feita nos auspícios da World Future Society Conference, na sexta-feira, (9/7).

Enquanto os desenvolvedores da internet tinham uma perspectiva clara e dispunham do poder para tomar as decisões sobre que caminhos percorrer – resultando naquilo que experimentamos hoje em dia – Nelson questionou a capacidade dos desenvolvedores da atualidade em entender a dinâmica da expansão da web.

“Nos anos 90´ havia uma ideia muito clara acerca das possibilidades da internet; como nos faltam a visão e a percepção daquela época pode ser que falhemos na aproximação com a web do futuro”, diz o professor.

Se a percepção que temos da web dos próximos anos nos parece turvada, é essencial entender como se dará o crescimento da nuvem. “Ela é mais importante que a web”, diz o docente ao se referir ao ambiente cloud.

Nuvem e democracia?

A computação na nuvem deverá possibilitar às nações em desenvolvimento o acesso a um contingente de softwares antes acessível somente para países desenvolvidos. Para pequenas empresas o ambiente das nuvens será uma maneira de economizar recursos, uma vez que podem se beneficiar de estruturas de software e de hardware como a solução oferecida pela Amazon, o Elastic Compute Cloud, para armazenar e processar os dados, sem ter de investir em equipamento.

Se os resultados do levantamento realizado pelo Pew Internet and Amrican Life Project estiverem corretos no que se refere à aproximação dos EUA com a web, as previsões de Nelson podem estar acertadas.

Em 2000 a organização realizou a primeira pesquisa e perguntou aos entrevistados se eles usavam o recurso de computação na nuvem. As respostas positivas foram inferiores a 10 por cento. A mesma pesquisa foi feita em maio desse ano e a adesão à tecnologia cloud cresceu para casa dos 66 pontos.

De maneira a enfatizar a importância da nuvem no dia–a-dia, a pesquisa também revela o aumento na participação de dispositivos móveis no tráfego de dados entre os aparelhos e a nuvem.

Nuvem e ventos

Nelson chama atenção para a falta de regulamentação e de desenvolvimento, marcantes no ambiente cloud. “Há vários ventos que nos afastam da nuvem”, diz.

Entre esses “ventos” Nelson cita a possibilidade de os fornecedores de soluções na nuvem, desenvolverem softwares proprietários e terminarem por prender os clientes às soluções. Ele chama isso de nuvens “parcialmente “abertas.

“Se os consumidores exercerem a pressão necessária, talvez cheguemos a esperada nuvem universal”, explica.

Na lista de desafios postos à cloud computing encontram-se: regulamentações governamentais, empresas de entretenimento voltadas ao combate da pirataria e países rumando em direção a um modelos de nuvem próprio - tementes de uma possível dominância mundial imposta pelos EUA.

Internet e sociedade

Outro foco do levantamento feito pela Pew Research Center, liderado por Lee Rainie, é a influência exercida pela Internet na inteligência dos usuários e na maneira de relacionamento das pessoas. O estudo também evidenciou a questão da privacidade na rede mundial de computadores.

Sobre a inteligência e a internet, a pesquisa conclui que a influência será relativa à postura do usuário. Haverá aquele disposto a assimilar tudo que o Google lhe responder e haverá os internautas preocupados em aglutinar informações e formar uma base cognoscitiva sólida e plural. A diretora do Imagining, Jann Anderson responde que o problema não está na tecnologia. À frente do instituto sediado na Elon University, na Carolina do Norte, Jann afirma que as pessoas não têm identificado qualquer indício de influência negativa da web nas relações sociais. Também foi dito que as relações mantidas nos círculos virtuais não resultam em amizades mais profundas. Na perspectiva de Jann, a internet provê às pessoas uma plataforma, em que podem ser mais extrovertidas ou mais tímidas.

Quem quer privacidade?

Jovens formam a parcela mais criticada pela publicação de dados excessivamente privados nas redes sociais, como o Facebook. De acordo com o levantamento, isso deverá continuar a ser uma tendência. Rainie, do instituto de pesquisas Pew Internet, avisa que o público jovem integrou as redes sociais no cotidiano e que as usa na formação de laços sociais. No tocante à pirataria, Rainie diz que existem movimentos de identificação de usuários mais precisos, o que deve inibir a prática

Evento UNIP

20, outubro, 2010

A UNIP irá promover no mês de novembro o Techday nos Campis Anchieta e Chacará Santo Antônio, os eventos contarão com diversas palestras técnicas, dentre elas a de Implementação do Windows Server 2008 R2 e suas novidades. Esta será ministrada por mim em duas datas já definidas e será aberto ao público, para os que se interessarem, seguem abaixo os links para ambas as palestras.

 

Evento Anchieta – 04/11

 

https://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032467609&Culture=pt-BR

 

Evento Ch. Sto Antônio – 17/11

 

https://msevents.microsoft.com/CUI/EventDetail.aspx?EventID=1032467620&Culture=pt-BR

 

PLAP - Configurando o Windows Vista/Seven para conectar ao domínio usando um VPN

21, setembro, 2010

Olá Pessoal,

 

Fui questionado por um aluno se o Windows Vista/Seven suportam efetuar logon no domínio através de uma conexão Dial-up / VPN, da mesma forma que o XP fazia. Após consultar uma lista de MCTs que participo obtive a resposta e montei o passo a passo a baixo para quem interessar:

 

O recurso é conhecido como PLAP (Pre-Logon Access Providers), para aqueles que não sabem do que estou falando segue a telinha do XP abaixo com a opção que desejamos ter nos novos sistemas.

 

imagem-xp

 

Configuração no Vista e no Seven

 

1 – Faça Logon como um Administrador Local

 

2 – Acesse Painel de Controle >> Redes e Internet >> Central de Rede e Compartilhamento >> Configurar uma nova conexão ou rede

config-conexao-vpn

 

Na janela Configurar uma nova conexão ou rede, selecione “Conectar a um local de Trabalho” ou “Configurar Conexão Dial-up.” Durante a criação da conexão, marque a caixa de seleção “Permitir que outras pessoas usem essa conexão” (isso fará que o proprietário da conexão seja o sistema e não o usuário individual).

 

vpn-criando-conexao

 

3 – Adicione o micro ao domínio (estabeleça a conexão dial-up primeiro, caso necessário)

 

4 – Após o boot, pressione Ctrl+Alt+Del para efetuar o logon e for solicitado, Pressione a tecla ESC ou clique em trocar usuário para ver as opções de logon. Lá você irá encontrar na parte inferior direita da tela, um botão azul ao lado do botão vermelho de Shutdown.

logon-seven

 

5 – Clique no botão azul, ele abrirá uma tela para que possa ser informado o nome de usuário e senha para a conexão da VPN. Informe usuário e senha e clique na seta azul para conectar a VPN ou Dial-up.

logon-seven-vpn 

Após conectado, o Windows irá usar as mesmas credenciais para logar no Windows, se o usuário for diferente, você deverá voltar na tela de logon do Windows para informar as credenciais válidas para o logon.

Habilitando o Remote Desktop remotamente via registro

20, setembro, 2010

As vezes precisamos acessar um micro remotamente, mas o recurso Área de Trabalho Remota está desativado. Para situações como essas, podemos usar um macete que nos ajudará a Habilitar remotamente o recurso.

 

O primeiro passo é abrir o regedit na sua máquina local. Depois abra o menu arquivo e escolha “Conectar registro da rede

edit-reg-ts-1 

 

Depois insira o nome ou ip da máquina que deseja se conectar

 

Insira o nome de usuário e senha de administrador da máquina e ao dar OK, você estará no registro da máquina remota.

 

edit-reg-ts-2 

Agora vá até a chave HKLM\SYSTEM\CurrentControlSet\Control\Terminal Server  e mude o valor do Dword fDenyTSConnections para 0 (Caso seja necessário reinicie o computador remoto usando o comando shutdown -m \\192.168.1.10 –r –t 0).

 

edit-reg-ts-3

 

Em seguida, pode conectar normalmente na máquina pelo Remote Desktop (mstsc.exe)

 

Observação importante: Você só conseguirá se conectar ao registro remotamente se o serviço “Registro Remoto” estiver rodando. Se você ou algum usuário da máquina nunca mecheu nele, não se preocupe, pois por padrão ele já fica configurado para iniciar automaticamente. Caso contrário, não vai ter jeito, você vai precisar se deslocar até a máquina.

Estrutura de endereçamento IPv6

16, setembro, 2010

O IPv6 é a versão sucessora do já conhecido IPv4 utilizado nas redes de computadores do mundo todo, um dos principais objetivos da sua criação é o esgotamento do endereçamento v4. A principal diferença entre o IPv4 e o IPv6 está no tamanho do endereço, onde o IPv4 é composto por uma base de 32 bits (192.168.10.10) enquanto o IPv6 é composto por uma base 128 bits (2001:0db8:bebe:café:0100:9230:bbff:7f4d) o que possibilita um numero de combinações possíveis de aproximadamente 56 octilhões de endereços IP por ser humano, um numero milhares e milhares de vezes maior do que a capacidade total do IPv4 que hoje juntando todas as suas redes consegue endereçar no máximo 4.294.967.296 IPs.

 

A estrutura padrão do IPv6 segue a seguinte regra:

 

                Os primeiros 64 bits identificam a rede e os últimos 64 bits identificam o Host, conforme a imagem abaixo:

      ipv6

 

Basicamente os endereços estão divididos nos seguintes tipos: Unicast, Multicast e Anycast

 

Unicast – Identifica um único Host e está dividido em Link local, Unique Local e Global

 

                Link Local – Equivalente ao endereçamento 169.254.x.y do IPv4 é gerado automaticamente para cada host (Stateless), podendo ser usado apenas no enlace específico onde a interface está conectada, utiliza sempre o prefixo FE80::/64

                Unique Local – Endereço com grande probabilidade de ser globalmente único, apenas para comunicações locais, geralmente dentro de um mesmo enlace, utiliza o prefixo FC00::/7

                Global Unicast – Equivalente aos endereços públicos IPv4, este endereço é globalmente roteável e acessível na Internet IPv6. Ele é constituído por três partes: o prefiso de roteamento global (Primeiros 48 bits), a identificação da sub-rede (últimos 16 bits de id. de rede) e a identificação de host (últimos 64 bits do IP) que deve identificar de forma única uma interface dentro de um enlace. Os IPs Globais Unicast, serão distribuídos para uso de forma hierárquica, sendo que os utilizados na América do Sul por exemplo, utilizarão o prefixo 2001 ou 2800.

 

Multicast – São endereços utilizados para identificar grupos de interfaces, sendo que cada interface pode pertencer a mais de um grupo, basicamente igual ao processo utilizado pelo IPv4, sempre usará o prefixo FF (FF00::/8 por exemplo).

 

Anycast – Este é utilizado para identificar um grupo de interfaces, porém, com a propriedade de que um pacote enviado a um endereço anycast é encaminhado apenas a interface do grupo mais próxima da origem do pacote. Esses pacotes são atribuídos a partir da faixa de endereços unicast e não há diferenças sintáticas entre eles.

 

O IANA disponibiliza uma tabela com os prefixos IPv6 e suas respectivas utilizações através do link http://www.iana.org/assignments/ipv6-address-space/ipv6-address-space.xml

Author: Rogerio Molina Categories: Sem categoria Tags: , ,

Migrando compartilhamentos de um micro para outro

5, maio, 2010

Basta salvar esta chave e depois importar na maquina nova desde que as partições sejam iguais, c: \ d: por exemplo:

Na instalação do Windows existente que contém os nomes de compartilhamento e permissões que você deseja salvar, inicie o Editor do Registro (Regedt32.exe).

De sub-árvore HKEY_LOCAL_MACHINE, vá para a seguinte chave: SYSTEM\CurrentControlSet\Services\LanmanServer\Shares Salvar ou exportar a chave do Registro.

Para o Windows NT e Windows 2000, clique em Salvar chave no menu Registro.

Para o Windows Server 2003, clique em Exportar no menu Arquivo.

Digite um novo nome de arquivo (uma extensão de arquivo não é necessária) e, em seguida, salve o arquivo em um disquete. Reinstale o Windows.

Execute o Editor do Registro (Regedt32.exe).

De sub-árvore HKEY_LOCAL_MACHINE, vá para a seguinte chave: SYSTEM\CurrentControlSet\Services\LanmanServer\Shares

Restaurar ou importar a chave do Registro.

Para o Windows NT e Windows 2000, clique em Restaurar no menu Registro.

Para o Windows Server 2003, clique em Importar no menu Arquivo.

Digite o caminho e nome do arquivo que você salvou nas etapas 3 e 4.


Cuidado: Esta etapa substitui os compartilhamentos que já existem no computador do Windows com os nomes de compartilhamento e permissões que existem no arquivo que você estiver restaurando. Você é avisado sobre isso antes de restaurar a chave. Reinicie o servidor.

Mudança na Certificação Microsoft

5, maio, 2010

A Microsoft anunciou na ultima semana uma mudança na Certificação de Arquiteto (MCA), para aqueles que tem interessem em fazer a certificação a Microsoft irá migrar para a Certified IT Architect Professional (CITA-P), da International Association of Software Architects (IASA)

 

Leiam a material completa no link abaixo

 

http://www.prweb.com/releases/2010/05/prweb3946754.htm

Author: Rogerio Molina Categories: certificações Microsoft Tags: ,

Vem ai o ForeFront TMG

5, maio, 2010

Olá pessoal, depois de um longo tempo afastado estou voltando a postar documentos aqui e já chego falando de um dos novos lançamentos da Microsoft o ForeFront Threat Management  Gateway (TMG), sucessor do ISA Server.

 

O Brasileiro Yuri Diógenes (Forefront Edge Security Team) juntamente com o pessoal do TechNet Brasil, lançou uma série de vídeos sobre o Forefront TMG (Beta 2). Vale a pena dar uma olhadinha nas novas funcionalidades e na cara nova dele, depois irei postar novos documentos com mais detalhes sobre ele, por enquanto deixo um link para que vocês possam dar uma espiadinha de leve.


Acessem
http://technet.microsoft.com/pt-br/dd744741.aspx para maiores informações.

“Forefront é uma linha de produtos de segurança da Microsoft, vinculados através de uma poderosa infra-estrutura de gerenciamento de identidade, que fornece delicados níveis de graduação e controle. Este controle é ainda melhorado por um amplo ajuste das capacidades de gerenciamento e relatórios, que oferece robusta coleção de eventos, análises e relatórios, bem como as ferramentas para criar e exigir o cumprimento das práticas recomendadas de segurança. Nesta página de vídeos você aprenderá toda a potencialidade da família de produtos Forefront.”

Author: Rogerio Molina Categories: Forefront, ISA, Segurança Tags: ,

Planilha com as entradas das Group Policy em Windows 2003/Vista/2008/7

15, dezembro, 2009

Sempre quando estamos em treinamento os alunos perguntam onde estão a configuração A ou a configuração B.

No Windows 2008 isso está resolvido porque existe a opção de “Find” e uma lista com todas as policies agrupadas, mas no Windows 2003 não tem isso.

No site de downloads da Microsoft existe um link permanente com planilhas Excel facilitando a busca.

Acesse e se divirta: http://www.microsoft.com/downloads/details.aspx?familyid=18C90C80-8B0A-4906-A4F5-FF24CC2030FB&displaylang=en

Fonte: http://www.marcelosincic.com.br/Blog/post/Planilha-com-as-entradas-das-Group-Policy-em-Windows-2003Vista20087.aspx

Author: Marcelo Sincic Categories: Windows Server Tags: